Por Gustavo Martins-Coelho

Decerto, quem corre por gosto não cansa. Mas, às vezes, a vida não nos deixa tempo para correr. Ou, melhor dizendo, obriga-nos a correr por obrigação (profissional, familiar, etc.) e não nos deixa espaço para correr por gosto.

Acontece ao Hugo [1, 2] há um mês [3]; acontece hoje à Sara, que reduz a frequência da sua coluna «Olho clínico» [4] para publicação quinzenal aqui na «Rua…» [5].

Reduz-se a quantidade, mas, esperamos, não a qualidade.

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