Por Gustavo Martins-Coelho e Sofia Silva

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O mapa acima representa a composição proporcional da população residente em cada país da União Europeia em 2016. A amarelo, estão representados os cidadãos autóctones, a azul os imigrantes provenientes doutro Estado-membro e a vermelho os imigrantes provenientes de países não pertencentes à União Europeia. O diâmetro do círculo é proporcional à dimensão total da população.

Com quase metade (45%) da população constituída por estrangeiros, o Luxemburgo é o país campeão da imigração, seguido do Chipre (20%) e da Áustria (18%). No extremo oposto, a Polónia (1,7%), a Roménia (1,8%) e a Bulgária (1,9%) são os países que acolhem menos imigrantes. Em Portugal, 8,4% da população provém doutro país, sobretudo Angola e Brasil [1].

O Luxemburgo (34%) e o Chipre (13%) são também os países com mais imigrantes provenientes da União Europeia, seguidos da Irlanda (12%). Por outro lado, a Polónia (0,6%) e a Bulgária (0,7%) também estão no fundo da tabela no que diz respeito aos imigrantes europeus, seguidos da Lituânia (0,7%). Em Portugal, 2,2% da população provém doutro país europeu, sobretudo a França [1].

Os países com a maior fatia da sua população composta por imigrantes não europeus são a Estónia (13%), a Letónia (12%) e a Suécia (12%). No lado oposto, encontram-se a Eslováquia (0,6%), a Roménia (1,0%) e a Polónia (1,1%).

Os dados provêm do Eurostat [2].

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